Como escolher uma clínica para usuários de drogas?

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“Foram meses sem notícias. Quase 180 dias sem saber o paradeiro do meu filho. Aquele que, na infância e adolescência, foi meu melhor companheiro. Quantas vezes eu pensei que estivesse morto? Quantas noites orei e desejei que não tivesse tido receio de interná-lo em uma clínica para usuários de drogas? Não sei dizer. O que sei é que a dor que transborda de mim não desaparecerá.”

O trecho acima não é um depoimento real, mas, ainda assim, é carregado de verdade. Poderia ter saído da boca de qualquer uma das mães dos mais de 8 milhões de usuários de drogas espalhados por todo o Brasil — um número que retrata uma verdadeira epidemia.

São mães que incorporaram à sua rotina comportamentos inimagináveis, como esconder pequenos furtos e delitos, comprar drogas ou pagar dívidas com traficantes para proteger um filho. Como se não bastasse, enfrentam inúmeros obstáculos diante das críticas e incompreensão de familiares, das dificuldades em encontrar tratamento e o do pavor que sentem em não conseguir resgatar quem mais amam.

Se você está nessa situação — ou conhece uma mãe ou pai que esteja —, esse texto é para você. Neste post, reunimos informações sobre como escolher uma clínica para usuários de drogas e o que você deve considerar na hora de tomar essa decisão tão difícil, mas que também pode ser a salvação do seu filho. Confira!

     

Porque os jovens entram no mundo das drogas?

Essa é a maior dúvida de pais e mães. Afinal, como é que crianças criadas com tanto amor e carinho optam por seguir esse caminho? A resposta é direta: porque faz parte da personalidade do jovem o desejo de se aventurar pelo desconhecido.

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Nessa fase da vida, prudência e precaução não estão em alta. Além disso, o jovem usa droga porque elas são acessíveis (álcool, tabaco, maconha) e, muitas vezes, porque os amigos ou namoradas já experimentaram.

No entanto, não podemos desconsiderar, especialmente no que tange à dependência e o abuso de drogas, a predisposição genética e fatores associados à depressão e outros distúrbios emocionais.

São diversos os fatores que podem levar o jovem a experimentar drogas. Por isso, não se culpe: foque suas forças em ações em favor do seu filho.

Como ajudar seu filho?

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O primeiro e mais importante conselho é: não fuja da realidade. Entenda que a dependência química é um problema de saúde e precisa ser tratado. Nem todo o carinho e amor do mundo serão suficientes sem acompanhamento médico.

Uma das opções mais eficazes em todo o mundo é a internação em clínica para usuários de drogas. No Brasil, existem diversas opções de instituições que oferecem tratamento. A seguir, explicaremos como elas funcionam.

Como funciona uma clínica para usuários de drogas?

O objetivo da internação em uma clínica está alicerçada, principalmente, na interrupção de um padrão de consumo altamente abusivo e nocivo. Além disso, também se baseia na construção das condições necessárias para retorno à sociedade.

De modo simples, a clínica para usuários de drogas é um local preparado com recursos físicos e humanos para suportar a fase de abstinência e suas consequências. Normalmente, ficam relativamente afastadas dos grandes centros, possibilitando a tranquilidade necessária para o tratamento e reforçando o caráter de intensidade do mesmo.

Além disso, contam com equipe especializada composta por psicólogos, médicos, enfermeiros, nutricionistas e, muitas vezes, terapeutas ocupacionais, professores de artes e esportes.

Toda essa estrutura é necessária uma vez que a dependência química tem forte impacto sobre o corpo, de forma patológica, sendo muitas vezes quase impossível abandonar o vício sem um tratamento de impacto.

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Na clínica para o usuário de drogas, é justamente a conjunção do tratamento de desintoxicação (com os devidos cuidados de medicação e alimentação), a prática esportiva, a terapia ocupacional, o tratamento psicológico, o afastamento da rotina ligada ao vício e o convívio com pessoas que também querem se libertar que favorece a cura.

No entanto, não basta entender a importância da internação — você também precisa escolher uma boa clínica. Como fazer isso?

Como escolher uma boa clínica?

Após entender o processo de funcionamento de uma clínica e tomar sua decisão, é hora de escolher o lugar que acolherá seu filho ou ente querido. Para tanto, é fundamental levar alguns pontos em consideração, entre eles:

Infraestrutura

Conheça pessoalmente a clínica, visite-a, analise cada cômodo, a higiene, cozinha, escritório. Observe se há espaços abertos, jardins, áreas de lazer. Se as acomodações são individuais ou coletivas. Se há segurança suficiente, já que, muitas vezes, as primeiras semanas são difíceis e não são raras as tentativas de fuga.

Também é fundamental que a instituição esteja preparada para intervenções urgentes, contando com médicos, enfermeiros, carrinho de parada, farmácia etc.

Especialidade

Pesquise informações sobre a especialidade da clínica, que tipo de pacientes ela atende, como estão as pessoas que já passaram pela casa. Cheque o histórico da instituição. Escolha um estabelecimento que seja recomendado por autoridades no assunto ou por pessoas que tenham enfrentado o mesmo problema. Tenha clareza sobre a abordagem terapêutica, sobre a duração do tratamento e as intervenções medicamentosas.

Equipe

Informações sobre quantos e quais profissionais fazem parte da equipe e quais dele estarão diretamente envolvidos no tratamento é fundamental. Um dos pontos mais importantes no processo de cura é a confiança na equipe — especialmente em casos de resistência do paciente e desejo de interrupção.

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Pós-tratamento

A dependência é uma doença tratável e pode ser controlada, mas não tem cura. Por isso, é fundamental que o paciente continue se submetendo a consultas periódicas com especialistas e acompanhamento psicológico.

Grupos de autoajuda e apoio religioso e familiar também são importantes, assim como atividades recreativas e de lazer com turmas e amigos diferentes do período anterior ao tratamento. Não adianta sair da clínica para usuários de drogas e voltar a frequentar o mesmo ambiente.

Enfim, sabemos que a internação de um filho ou ente querido em uma clínica é uma decisão difícil e geralmente a última opção. Por isso mesmo, conhecer cada etapa do processo, principalmente os desafios e dificuldades, é tão importante.

Se você quiser saber mais detalhes sobre esses procedimentos, clínicas e grupos de apoio, o site Viver sem Drogas é uma fonte contínua de informações. Nele, você vai encontrar diversos artigos com orientações sobre a doença e seu tratamento.

Além disso, o site contém informações para que a família possa buscar seus direitos legais, como por exemplo, concessão do auxílio-doença, nos casos em que o dependente químico esteja trabalhando ou afastado há menos de 12 meses. Essa pode ser uma ajuda fundamental no que diz respeito ao custeamento do tratamento.

Caso esse artigo o tenha feito pensar, entre em contato conosco para obter mais informações sobre como tratar seu filho ou ente querido! Lembre-se: todo mundo merece uma segunda chance.

     

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