Existem diversos tipos de tratamentos, quando o assunto é a dependência de álcool ou outras drogas. Cada uma dessas modalidades tem suas características específicas, que a torna adequada para cada pessoa e situação distinta. Entre elas, encontramos vários formatos de reabilitações, incluindo a internação intensiva, e é sobre ela que vamos tratar neste post.

O que é a internação intensiva?

Trata-se de um modelo que realiza um tratamento em curto prazo. Assim, esse é um trabalho específico e direcionado, que precisa ser muito bem estudado e feito por profissionais especializados. O objetivo da internação intensiva é alcançar um resultado rápido e eficaz.

Seu público-alvo é bastante variado, composto por pacientes de casos de baixa ou média complexidade, que não possam deixar suas atividades pessoais e profissionais por muito tempo.

O período estipulado para a duração da internação intensiva é de, em média, 30 a 60 dias. Durante esse processo, a pessoa receberá acompanhamento integral e total apoio e atenção para cuidar das suas questões.

Essa é uma modalidade que vem sendo muito procurada e que tem apresentado bons resultados, desde que seja realizada após o consentimento médico e em um local de confiança.

Como funcionam as clínicas e instituições que trabalham com a internação intensiva?

Os processos de tratamento intensivo seguem o padrão do Programa Terapêutico, e devem ser realizados por equipes multiprofissionais cujos trabalhadores sejam especializados e capacitados para as especificidades desse modelo.

Muitas vezes, esse tratamento focaliza bastante a dependência química em si, mas isso não é o mais adequado. É recomendado que se escolha uma instituição onde outros problemas do paciente também recebam atenção.

É muito comum que a dependência seja acompanhada, por exemplo, por danos físicos e conflitos emocionais, dificuldades ou até questões como a depressão. Isso não pode ser desconsiderado, nem mesmo em um tratamento rápido. Desse modo, é preciso verificar se a clínica oferece esse tipo de suporte, antes de fazer a escolha do local.

Quais são as atividades realizadas nesse modelo de internação?

Como explicamos, na internação intensiva os pacientes recebem acompanhamento integral e contam sempre com a presença de profissionais na unidade, para realizar os devidos serviços. Por ser um processo de rápida duração, todo o tempo disponível deve ser dedicado ao tratamento, reabilitação e recuperação do dependente químico ou alcoólatra.

Durante a internação, devem ser oferecidos diversos serviços, além da medicação. É preciso que hajam atividades que trabalhem com questões terapêuticas e com a socialização e reinserção do paciente, valorizando suas emoções, suas possibilidades e seu futuro.

De preferência, devem haver atividades coletivas e individuais. Isso é importante para que a pessoa receba atenção sobre seu caso específico e suas particularidades, mas também tenha a oportunidade de interagir e conhecer outros indivíduos.

Veja a seguir algumas das atividades realizadas na internação intensiva.

Palestras coletivas e individuais

As palestras podem tratar dos mais diversos assuntos, que de algum modo se relacionem com aquele público. Esse é um ótimo momento para que a pessoa conheça outras experiências, descubra histórias de superação ou se inspire para o futuro.

O objetivo é que essa atividade contribua e complemente o tratamento, seja ensinando algo ou motivando os pacientes.

Apoio de terapeutas

Essa é uma parte fundamental do tratamento. O dependente químico e sua família estão passando por um momento muito difícil, em que seu emocional pode estar extremamente abalado. Por esse motivo, é tão necessário receber apoio psicológico e terapêutico.

Além disso, é muito comum que a dependência venha acompanhada (ou até seja causada) por outras questões, como a ansiedade, a depressão, o pânico e dificuldades sociais. Esses problemas devem receber bastante atenção e ser cuidados com igual importância. Afinal, é preciso tratar deles para reabilitar, recuperar e evitar que o paciente tenha futuras recaídas.

Acompanhamento integral de médicos, psicólogos e psiquiatras

Essa é outra parte essencial do tratamento. O paciente deve ter profissionais, de diferentes áreas, cuidando da sua saúde física, mental e emocional.

É imprescindível que o local da internação conte com uma equipe multidisciplinar, composta de médicos, terapeutas, psicólogos e psiquiatras, entre especialistas de outras áreas. Além disso, esses profissionais devem trabalhar em conjunto, compartilhando e complementando seus conhecimentos, para que o tratamento seja completo e mais eficiente.

É necessário tratar não apenas a dependência, mas também as questões que a causaram ou as que ela gerou. Para que se obtenha bons resultados, é preciso cuidar e recuperar a saúde do indivíduo. Como mencionamos, a internação intensiva tem uma duração curta e, por isso, o acompanhamento do paciente deve ocorrer em tempo integral.

Atividades em grupo

Nas atividades coletivas, o paciente tem a chance de interagir e conhecer pessoas que estejam em situações parecidas com a sua. Nesses momentos, além de fortalecer e criar novos laços, ele pode receber apoio e acolhimento de outros e se inspirar em histórias de superação.

Além disso, os grupos ajudam o indivíduo a perceber que não é o único que enfrenta esse tipo de dificuldades e que não está sozinho. Por isso, é tão importante que hajam essas oportunidades de convivência.

São várias atividades coletivas que podem ser desenvolvidas, como rodas de conversa, grupos de apoio e dinâmicas.

Que cuidados tomar antes de procurar a internação intensiva?

Não realize a internação intensiva sem antes procurar a aprovação de um corpo médico de qualidade. A sua viabilidade é definida a partir da análise dos médicos e do grau de dependência. São os profissionais que devem averiguar se esse modelo é adequado e se trará resultados eficazes para cada caso.

Esse tipo de internação não é recomendado para pessoas com um grau de dependência alto, pois elas precisam de um acompanhamento e tratamento maior.

É preciso fazer acompanhamento posterior?

É necessário que os pacientes continuem fazendo acompanhamento após qualquer tipo de internação. No caso do tratamento intensivo, no entanto, isso deve ser reforçado, já que se trata de um prazo muito curto de cuidados.

Lembrando que todos que passam pela dependência de álcool ou outras drogas devem realizar acompanhamento (com médico, psicólogo e psiquiatra, por exemplo) ao longo de toda a vida. Isso é importante para evitar recaídas e se manter estável e saudável.

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