O uso de drogas por um ente querido deixa familiares imersos em preocupação, angústia e aflição. Aos poucos, pais, irmãos e demais parentes unem-se para livrar o adicto do vício e tornam a intervenção familiar a primeira abordagem para a recuperação da dependência química.

Porém é preciso compreender que além da família é necessário um bom tratamento profissional e do diálogo franco com quem está sofrendo com o vício. Por esse motivo, abordamos neste texto como você deve agir e intervir nessa situação. Acompanhe!

Como a família deve buscar um diálogo com o dependente?

Essa é uma pergunta difícil e que muitos pais desejam nunca ter, pois significa encarar a realidade e lidar com a situação que muitas vezes eles se negaram a aceitar. Em momentos como esse é difícil manter a calma, especialmente quando a frustração e a sensação de impotência são latentes.

Por isso, é importante fugir da figura do autoritarismo, que apenas servirá para coagir o dependente e fazê-lo negar ou minimizar o problema. Tenha em mente a importância de se conectar com o adicto sem broncas, ameaças ou atitudes que provoquem o seu isolamento e distanciamento.

Faça do diálogo um constante sinal de amor e respeito para poder ouvir o que o indivíduo tem a dizer e, assim, conversar de maneira franca e honesta sobre as consequências dos seus atos e o que pode acontecer caso ele não busque a recuperação. Esse é o primeiro passo para ajudá-lo a buscar processo terapêutico adequado.

Qual é o papel da intervenção familiar no processo terapêutico de um dependente químico?

Quando a família une-se e procura por um atendimento especializado para um ente querido evita-se a codependência, impedindo comportamentos compulsivos e alienantes de se manifestarem. Além disso, ter os parentes envolvidos no tratamento do dependente é essencial para que este perceba que as drogas estão prejudicando sua vida e para que possa sanar os problemas que o levaram a buscá-las.

O início do processo de recuperação do adicto é o momento mais delicado para ele. Os sintomas da abstinência estarão mais acentuados e a recusa à ajuda será agravada. Por isso, é fundamental a intervenção familiar e a sua presença ao lado da equipe médica e do acompanhamento terapêutico.

Tanto os familiares quanto os profissionais que estarão assistindo o paciente precisam estar alinhados em busca do mesmo objetivo, pois o tratamento é um processo longo e gradual, e somente essa união garantirá a melhora dele.

Quando se deve procurar por um especialista para fazer essa intervenção?

Esse talvez seja o questionamento que você deve estar fazendo neste exato momento. É preciso admitir que há um problema na família e que procurar ajuda pode ser muito mais difícil do que se imagina. Lembra-se do que falamos há pouco sobre o diálogo com o dependente? Somente através dele você poderá conversar com o adicto e fazê-lo perceber o peso das implicações de continuar com o uso de drogas.

Torná-lo consciente de que precisa de ajuda e que toda a família o apoiará nesse momento será de suma importância para que ele aceite ajuda. Quando ele consentir, será o momento certo para procurar especialistas e uma agência de internações clínicas para o tratamento de dependentes químicos.

A intervenção familiar, como apresentamos ao longo deste texto, é essencial para ajudar o dependente a recuperar-se e a compreender melhor sua situação, mostrando que ele estará sempre cercado de carinho, dedicação, compreensão e muito amor durante todo o tratamento.

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