Drogas: eis um problema que afeta muitas famílias. Falamos em família porque o vício não traz problemas apenas para o dependente, mas também para aqueles que dividem com ele o convívio diário. E a “cura” de um adicto também está associada ao contexto no qual ele vive. O tratamento contra as drogas não deve ocorrer somente dentro da clínica: a vida familiar deve ser uma extensão do processo iniciado na internação.

Ao contrário do que muita gente pensa, tratar somente a dependência química em si e não eliminar os fatores de risco aos quais a pessoa está exposta pode desencadear uma recidiva. Até porque o vício sempre acompanhará a pessoa, ainda que adormecido, e devemos ter muita cautela para não “acordá-lo”.

Partindo desse princípio, a participação da família é fundamental no combate ao vício. Mas, se você ainda tem dúvidas quanto ao que deve ou não fazer com relação ao seu ente querido que está em tratamento, não deixe de ler os tópicos abaixo!

 

Será que vale a pena dar “sermão”?

Sempre que o dependente químico chega em casa é a mesma história: gritos, xingamentos e ameaças. Depois que ele se recupera, a tendência é que esse hábito ainda perdure, a cada vez que ele chegar mais tarde em casa ou der margem a qualquer suspeita (nem sempre verdadeira) de que está voltando ao vício.

Como ninguém gosta de um ambiente assim, caso você comece com muitos sermões e cobranças, ele terá grandes chances de voltar a usar drogas para “fugir” dessa realidade.

O real efeito do “abandono” no tratamento contra as drogas

Se sermões demais podem causar efeito reverso, abandonar o parente com dependência também não é uma boa ideia. A maioria das pessoas não sabe, mas grande parte daqueles que começam a usar drogas o fazem por sentirem-se sozinhos no mundo.

A droga vem como um refúgio, uma companheira de “viagens” e, junto com ela, vêm os “novos amigos”, também dependentes. Se você simplesmente deixa o seu filho de lado porque “ele tinha tudo e escolheu as drogas”, você está, na verdade, fazendo com que ele se afaste de você e se aproxime mais desses amigos.

Se ele se sentir acolhido e aceito em casa, não haverá motivos para buscar as drogas, mas não se esqueça de que essa carência não pode ser suprida com bens materiais: você precisa de fato estar presente na vida dele.

O acompanhamento psicológico é realmente necessário?

Nesse caso, podemos dizer que ele não é só necessário, como também imprescindível para a recuperação total. Em alguns casos, o tratamento psiquiátrico também pode ser uma necessidade. Lembre-se de que o vício não se resume à necessidade fisiológica de uma substância. A sua raiz está em fatores emocionais, que também devem ser transformados. A mudança precisa vir de dentro para fora.

Encontrar prazer em outras atividades é o que há

Grande parte dos jovens faz uso de drogas porque acredita que elas trazem uma sensação de prazer e felicidade que eles não têm no dia a dia. Entretanto, essa sensação é ilusória e só faz com que eles se percam cada vez mais no vício.

Para livrar-se do risco de recorrer a elas novamente, é necessário buscar prazer em outras atividades. Estimular o jovem a trabalhar com o que gosta, estudar, praticar esportes e participar de grupos (religiosos ou não) vai ajudá-lo a ampliar seu círculo de amigos e sentir-se mais feliz e aceito.

O tratamento contra as drogas é um caminho difícil, mas, com esforço e dedicação, é possível vencer essa batalha. Superar os velhos hábitos é fundamental para abrir caminho para a mudança e para uma recuperação completa.

Se este post te ajudou, você provavelmente gostará também de saber mais sobre o funcionamento do vício!

 

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