Identificar a hora de procurar uma clínica de dependentes químicos para cuidar dos filhos é uma tarefa muito delicada para diversas famílias. Inúmeras vezes, por mais que se planeje, o momento da internação pode não acontecer da maneira que se espera, tornando a situação ainda mais dolorosa.

Hoje em dia, já existem diversas instituições com tipos de internação diferentes para cada caso. Neste artigo, vamos explicar quais são os 3 tipos de internações disponíveis pela Lei Federal de Psiquiatria (Nº 10.216, de 2001). Acompanhe!

1. Internação voluntária

A internação voluntária é a mais pacífica entre todos os tipos. Nela, o dependente concorda com a ajuda profissional, e se apresenta voluntariamente a uma clínica de dependentes químicos.

A pessoa que solicita sua internação voluntária deverá assinar, no momento da admissão, uma declaração consentindo a opção por esse regime de tratamento. Porém, mesmo com consentimento, a internação só será aceita após a autorização de um médico registrado no Conselho Regional de Medicina do estado do estabelecimento.

Esse tipo de internação é considerado pelos médicos como um grande passo no tratamento, pois o paciente já reconhece a necessidade de ajuda e mostra-se disposto a interromper os vícios. Cientes da doença, eles possuem menos chance de abandonar o tratamento ou ter recaídas.

2. Internação involuntária

Essa modalidade de internação é indicada para pessoas que precisam de internação, mas não estão de acordo. Geralmente, é solicitada por familiares, mas também pode vir de pessoas de fora da família.

O pedido deverá ser feito para uma clínica, e assim como na internação voluntária, deverá ser aceito pelo um médico psiquiatra da instituição. Em seguida, os responsáveis pela clínica de reabilitação terão até 72 horas para informar ao Ministério Público os motivos da internação. Essa medida é adotada a fim de evitar a possibilidade de um cárcere privado.

A internação involuntária chega ao fim por meio de uma solicitação escrita (contrato) pelos familiares, responsável legal ou responsável da clínica, que também deverá ser enviada ao Ministério Público.

3. Internação compulsória

Sendo a mais delicada de todas, esse tipo de internação não precisa da autorização do paciente, nem da família. Ela é determinada por um juiz a partir de um pedido feito por um médico, alegando incapacidade por parte do paciente de controlar sua saúde mental e física.

A internação compulsória está prevista pelo artigo 9º da Lei Nº 10.216 e não conta com a participação das polícias. Em caso de resistência do paciente, médicos e enfermeiros especializados cuidarão da situação.

O juiz escolhido para julgar um caso de internação compulsória levará em conta laudos médicos especializados, condições de segurança do estabelecimento, do próprio paciente, dos funcionários e demais internados.

É importante ressaltar que para todos os tipos de internação, caso haja acidentes, transferência ou falecimento, os familiares serão avisados pela direção da clínica em até 24 horas.

A dependência química é uma doença crônica, ou seja, não tem uma cura efetiva e deve ser monitorada para sempre por cada paciente. A clínica de dependentes químicos tem como objetivo interromper o vício, devolvendo a dignidade do paciente por meio dos diversos tipos de internação que oferece.

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