Relacionamentos, em geral, já tendem a ser delicados por natureza. A lida com outro ser humano, mesmo com todo o amor, tem seus percalços. E quando trazemos esse assunto para a convivência com o dependente químico, a questão costuma ser bem mais complexa e dolorida. Não é incomum perceber que o doente passa a manipular as pessoas à sua volta para conseguir mais drogas. Por isso, é preciso atenção para perceber os sinais e evitar cair nas armadilhas.

Continue a leitura para aprender a identificar a manipulação e saber como agir para quebrar os argumentos do adicto.

O usuário de drogas e a manipulação

Muitas vezes, tudo começa como uma curtição, uma novidade, uma maneira de fugir das pressões e fantasmas. E, aos poucos, o que era recreativo passa a ser necessidade de conseguir mais uma onda. A dependência começa a cegar o usuário, até o ponto em que o que mais importa é a substância química, acima das relações e dos sentimentos.

Aí entra em cena a manipulação. Ela é uma máscara, uma falsidade para se conseguir o que se deseja. E costuma começar aos poucos: pegar o troco do mercado, pedir dinheiro emprestado dizendo que precisa pagar uma dívida, se oferecer para pagar uma conta de outra pessoa… Às vezes o manipulado, mesmo percebendo, prefere ignorar a aceitar essa difícil situação. O mais importante é lembrar que o amor precisa ser entendido não apenas como carinhos e afagos, mas ajudar o ser amado a buscar tratamento e, efetivamente, largar as drogas.

Como não cair nas armadilhas do dependente

O primeiro passo é a aceitação da situação. “Meu amado filho é dependente químico; e agora?”. Esse despertar, sabemos, dói, mas é preciso entender esse momento como o primeiro passo rumo à recuperação. Depois, é entender que isso é uma doença que precisa de tratamento especializado. Quanto mais demorar para buscar auxílio, mais difícil a recuperação.

No que diz respeito ao relacionamento, é preciso entender que a manipulação precisa ser parada, sem pena. É preciso que o dependente entenda que não tem mais o poder sobre as pessoas à sua volta, que a situação não está mais sob o seu controle. Por isso, reiteramos a necessidade de acompanhamento médico para saber como lidar com o retorno dessa negativa, que pode chegar a extremos. É preciso aprender a lidar e se desligar do conflito como sendo algo emocional ou pessoal. O dependente químico sem tratamento passa a ver todos apenas como meios para se chegar a um fim, sem sentimentos envolvidos.

Quebrando os argumentos do dependente químico

É preciso ser forte, pois dói ver quem amamos sofrendo e a tendência é querer sanar imediatamente a dor. Mas, no caso da dependência química, é preciso entender que a dor momentânea é necessária como caminho para a recuperação. Algumas atitudes importantes para lidar com a situação são, por exemplo, não deixar que o manipulador faça com que você se sinta culpado, seja com palavras, críticas ou ações. Além disso, em alguns casos, dependentes químicos passam a fazer as mais diversas ameaças. É importante se manter forte e contar com a equipe de tratamento para ajudar você a perceber que essa é uma jogada. Você também pode quebrar o ciclo da codependência: ao deixar de alimentar o jogo do dependente (brigas, culpas), você se liberta do círculo vicioso que ajuda a piorar a doença. Aprenda a se afastar e a dizer “não”.

Agora que você aprendeu a reconhecer e evitar a manipulação do dependente químico, aprenda também a lidar com as recaídas do adicto no caminho da recuperação. Saúde e força!

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