Infelizmente, muitas famílias encontram-se imersas em situações problemáticas causadas pelo uso de drogas lícitas ou ilícitas. Aflição, dor, angústia e culpa são sintomas conflitantes e que dilaceram laços afetivos. Estes traços tornam-se visíveis nos semblantes de muitos pais e mães. Aos poucos, a codependência química transforma os indivíduos e faz com que o comportamento do adicto dite como serão suas vidas.

A codependência causa renúncia à própria vida, além de transformar sua existência em medo e frustração, por não conseguir recuperar o adicto. Abaixo reunimos algumas situações recorrentes na vida de quem é codependente. Elas estão em forma de perguntas, para que você reflita sobre a necessidade de minar essa codependência.  Acompanhe!

Sua vida, planos e rotinas do dia a dia são alteradas e organizadas em função da codependência?

Quem é codependente demonstra um comportamento inconsciente e compulsivo esquecendo-se de si mesmo. A pessoa está sempre cuidando de um filho, namorado, cônjuge ou familiar. Assume para si a responsabilidade das escolhas e consequências do dependente.

Muitas vezes, abre mão de sua rotina, trabalho e planos para protegê-lo, visando impedir que a adicção chegue ao conhecimento de amigos, vizinhos e conhecidos. Alguns, inclusive, chegam a regular a vida do ente querido, impondo regras e controlando refeições, banhos, lazer etc.

Por essa dedicação tão exclusiva, disfuncional e irrestrita, o codependente torna-se infeliz, explorado e impotente. Suas intenções, por melhores que sejam, apenas fazem dele um administrador de crises. A ansiedade e a constante frustração tornam a codependência, aos poucos, uma adicção. O dependente químico luta para tentar controlar seu vício e o codependente para controlá-lo, resultando em um círculo vicioso.

Você procura sinais de ingestão de álcool ou outras drogas, cheirando o hálito ou vasculhando o quarto, objetos e roupas?

No intuito de minimizar ou esconder a adicção do familiar, o codependente começa a agir como um vigilante. Procura por traços de ingestão de substâncias no hálito, olhar, atitudes ou entre objetos pessoais do adicto. A dúvida o corrói por dentro, suspeitando de tudo. Aos poucos, a tentativa de prevenir o uso de drogas vira uma caçada a elas.

E quando a desconfiança se torna realidade, a codependência faz com que a pessoa queira enfrentar essa luta sem ajuda. Uma guerra silenciosa e solitária. Aos poucos, sem perceber, passa a apresentar os mesmos sintomas do adicto. Sofre tanto quanto ele ou até mais, pois ao contrário dos dependentes químicos, o codependente não faz uso de álcool ou outra droga para tentar suportar a dor de ver alguém que ama negligenciando a própria vida.

Você culpa a si mesmo e/ou as amizades do dependente por sua adicção?

Quando os primeiros sintomas do vício em drogas começam a aparecer, a primeira reação de familiares é a negação. Evita-se falar do problema, dificultando a maneira de lidar com sua existência. O codependente acredita que, se ignorada, a situação desaparecerá naturalmente.

Com o tempo, e os sinais cada vez mais frequentes do uso de drogas, a realidade começa a incomodar e a saída é achar um culpado para o que está acontecendo. Os pais acreditam que isso é influência dos amigos, das más companhias ou erro deles mesmos.

Assim, surgem os seguintes questionamentos, como “onde erramos?” ou “sempre dei tudo do bom e do melhor, por que isso está acontecendo?”. Esse sentimento descompensado em busca de um bode expiatório apenas dá margem para outro problema: a codependência. Aos poucos, tornam-se reféns da culpa e da vontade descompensada de ajudar a quem amam.

A codependência química tem tratamento, mas exige que a pessoa esteja disposta a abdicar da exclusividade sobre a recuperação do adicto e permita que profissionais especializados deem a devida assistência para a família, seja com a internação em uma clínica de tratamento ou com acompanhamento intensivo. E para melhor ajudá-lo, os parentes (mães, pais, filhos, irmãos…) Tem que frequentar os grupos de apoio como Nar-Anon, Al-Non ou Amor Exigente, para saber como lidar com ele(a) no pré e pós tratamento!

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